E a escoliose como fica? Luz no fim do túnel.

Hoje, quase no finalzinho do ano, emoções se misturam e vale a pena relatar a experiência do dia de ontem.

A Dra. Patrícia Mentges (Co-fundadora do Projeto Escoliose) em um único dia realizou seis atendimentos a pacientes com diagnóstico de escoliose idiopática do adolescente.

Havia pacientes que já são atendidos há mais de dois anos, como também os que iniciaram seu tratamento há dois meses apenas.

O que motiva este post?

Uma das grandes percepções foi que em todos os casos os pacientes apresentaram melhora dos seus quadros de escoliose; e afinal o que há de tão diferente nisso?

Primeiro que estes pacientes estão sendo tratados através da abordagem SEAS (Scientific Exercises Approach to Scoliosis) desenvolvido no Instituto ISICO-Itália no qual ela obteve sua especialização e foi a introdutora no Brasil.

Segundo porque estes pacientes principalmente foram disciplinados e persistentes. Sabemos que não é fácil manter o foco, a atenção e determinação durante tão longo período de tratamento.

Terceiro, pais e filhos totalmente comprometidos e conscientes da importância do seu envolvimento para a obtenção do resultado almejado. Não se trata de uma ação terapêutica imposta por alguém mas, do envolvimento real no processo de aplicação das indicações propostas.

Quarto, não foram arbitradas ações miraculosas nem tampouco foram feitas promessas infundadas, trata-se de uma abordagem terapêutica cientificamente comprovada com mais de 30 anos de lastro.

Mencionamos os seis por terem sido atendidos num único dia, mas queremos incluir aqui os outros tantos que seguem seus tratamentos com empenho e coragem.

Nós queremos vê-los na fase adulta olhando para trás e perceberem que valeu a pena.

Aos guerreiros que hoje passam de 50 e acreditaram que seu esforço valeria a pena, nossa profunda admiração e agradecimento.